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Carsharing e assinatura de veículos viram opção para viagens de fim de ano

Com o mês de dezembro batendo às portas, muitas famílias já começam a pensar nos roteiros de viagem para aproveitar o início de verão bem longe do caos urbano. Nesse contexto, ter um carro é sinônimo de conforto na hora de pegar a estrada.

Todavia, dos últimos dois anos para cá, o aumento do preço de venda e dos custos relacionados à posse de um automóvel tem sido uma dor de cabeça muito maior do que o habitual engarrafamento nas rodovias em alta temporada.

É se aproveitando desse momento desfavorável para a aquisição de um carro que o segmento de assinatura de veículos tem se destacado e ganhando a confiança do público.

O segmento atualiza o conceito de locação dos carros, ao incorporar mensalidades que se diluem com o passar do tempo, tornando-se mais atraente para o bolso do consumidor.

No mercado atual, as modalidades de assinatura oferecem contratos por hora, mensais e anuais.

Carsharing ganha atenção de público jovem

Para usos mais rápidos, o carsharing tem ganhado popularidade por dispensar o comparecimento do cliente às unidades de locação. Na modalidade, os clientes pagam pelas horas utilizadas, ao invés das convencionais diárias.

Empresas como a Turbi, startup paulistana especializada no serviço, dispõem de uma rede de carros estacionados por toda a Grande São Paulo, que podem ser destravados pelo aplicativo.

Os veículos são disponibilizados pela locadora sempre com o tanque cheio para os clientes, que podem escolher se devolvem os veículos abastecidos, ou pagam a diferença do combustível utilizado.

A sinergia entre locação e facilidade digital tem atraído o público mais jovem. É o caso da professora Jaqueline Tavares Coccia, 26, que utilizou recentemente o serviço para realizar uma viagem ao litoral de São Paulo e saiu satisfeita com a praticidade e o custo benefício do serviço.

Assinatura vence compra no curto e médio prazo

Além de eximir o consumidor de burocracias e do engessamento do orçamento pessoal com despesas fixas, o modelo de assinatura pode se tornar financeiramente atrativos para quem não tem a intenção de manter o mesmo veículo por muito tempo.

Um comparativo foi desenhado pelo CEO Carlos Castro, da plataforma de planejamento financeiro Super Rico, em reportagem da Folha de S. Paulo divulgada semana passada.

Castro menciona que enquanto o preço de modelos ‘de entrada’, como o HB20, aumentaram mais de 20% nos últimos anos, as assinaturas têm se mantido praticamente estáveis.

Na conta feita pelo CEO, um proprietário do carro da Hyundai teria pago, um ano após a aquisição, R$ 90 mil com base nos diversos custos burocráticos e de manutenção do veículo. O valor da assinatura deste mesmo modelo sai por menos de um terço deste valor.

FONTE: MONEY TIMES

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